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"Organização social na escola"... o que é isso???

Esses dias, conversando com um colega, ele me falou que estava muito preocupado com as OS´s nas escolas. Perguntei para ele o que ele sabia a respeito... Ele me disse que nada.... Bom! Creio que ele não está sozinho nessa falta de conhecimento sobre o fato, sabendo versões de lados opostos somente (não estou dizendo que uma dessas versões esteja errada)... Mas vamos saber um pouco desse negócio!
Boa leitura!
Tire você suas conclusões e poste comentários.

Questão de fundo


Escolas charter começam a ganhar adeptos no Brasil, mas trazem de volta a discussão sobre o papel do Estado. Efetividade não está comprovada 

 A origem

 
As charter schools surgiram no início da década de 90, nos Estados Unidos, onde a cultura comunitária e associacionista favoreceu o modelo. A partir de um início ligado aos movimentos negros, a proposta se expandiu. Em 2006, havia 4 mil escolas desse tipo nos Estados Unidos, atendendo a 1 milhão de alunos.

Geralmente, são geridas por entidades privadas e financiadas pelo sistema público, cujo funcionamento é autorizado a partir da apresentação de um projeto educativo (pedagógico e financeiro-administrativo). Os pais podem matricular livre e gratuitamente seus filhos nesse sistema, independentemente do lugar de moradia - o que causa o excesso de demanda e sistemas de escolha baseados em sorteio.

Para uma das principais defensoras brasileiras desse modelo, a consultora Guiomar Namo de Mello, a experiência norte-americana mostra que acabar com a defasagem de aprendizagem das populações pobres é um processo caro e necessita de condições que os sistemas públicos, lentos e ineficazes, não conseguem atender. "Aqui temos, entre outros, o problema do desamparo do professor que lida com crianças pobres", diz. "Estou convencida de que assassinamos gerações e gerações, porque a instituição funciona contra o aluno", completa. Para a educadora, o debate deve ser feito sem ideologizações e de forma pragmática. "Precisamos antes deixar essa planta crescer para ver que fruto dará, se será doce ou amargo. Como está é que não pode ficar", diz.

A ex-secretária da Educação de São Paulo Rose Neubauer aponta outro aspecto que vem sendo lembrado - a ampliação das possibilidades de participação da comunidade. Segundo um estudo que a pesquisadora apresentou no seminário do Centro Ruth Cardoso, as iniciativas de democratização do acesso à educação na América Latina estancaram, entre outros motivos, porque as famílias pouco ou nada podem influir na organização escolar. Nas charter schools , as associações de pais ganham um poder ampliado, inclusive para destituir a direção, quando estão insatisfeitas com os resultados. Nos Estados Unidos, o The New York Times noticiou, em dezembro, o caso de uma comunidade em Compton, na Califórnia, que pressionou as autoridades com abaixo-assinados e manifestações até conseguir transformar a escola pública local em charter.

Mas, independentemente das questões de financiamento e de democratização, o pressuposto central que alimenta a discussão nos Estados Unidos, como aqui, é o de que as escolas, uma vez livres da mão pesada do Estado, oferecem melhor qualidade de ensino para populações marginalizadas e acabam por estimular melhores resultados em todo o sistema educacional público.

O problema é que nem sempre isso é verdade. Um artigo publicado pelo economista Naércio de Menezes cita estudos comparativos feitos nas escolas norte-americanas, a partir do diagnóstico feito em 2006 pela principal avaliação nacional - que mostrou que os alunos das charters tinham desempenho inferior ao dos alunos das escolas públicas.

 continue lendo aqui!

 

Experiência americana de administração de escolas por OSs, lá chamadas de “charter schools”, é sucesso, beneficia os pobres e incomoda os sindicatos de professores  

 

 PRIVATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA - "Escola charter" 

 

Estado deve implantar OSs na área da Educação aos moldes das charter schools americanas 

 

Ilusão?? 

 

Escolha sem equidade: a segregação das charters 

 

“Charters Schools”, ou quando a esmola é demais…. 

 

Água nova não existe aqui. Em Marte também não

Moramos num planeta dominado por seres vivos. E os seres vivos dependem de água para sua existência. Platitudes como essas escondem uma verdade latente, que é sabermos que a água que existe em nosso planeta aqui está desde surgimento da Terra. A água que os primeiros seres vivos nadaram, de onde os primeiros anfíbios sairam para caminhar, que os dinossauros beberam e que hoje usamos é a mesma água. Sempre a mesma água.
A ideia de água nova é usada corriqueiramente para acessarmos fontes de água de melhor qualidade, que não eram antes acessadas pela comunidade tomada como referência. Em concentrações urbanas trazemos água nova de distâncias muito grandes, onde a nossa presença não causou danos à sua qualidade. Ou ainda a trazemos de maiores profundidades, quando se trata de reservatórios subterrâneos, os aquíferos. Sempre à procura de água boa, ou seja, água de melhor qualidade que necessite de pouco tratamento. Água nova é, portanto, água que não teve sua qualidade degradada de alguma forma, ou que foi fracamente degradada e que permite tratamento simples e barato. Em termos simples, água nova é água de boa qualidade. O contrário seria, portanto, água de má qualidade é água velha.
A crise hídrica atual, que se estende por vários pontos do planeta, reafirma esse falso entendimento. Para atender à população do planeta, as fontes de água são amplamente utilizadas, mas não retornam para os locais de onde foram retiradas, nem em quantidade e nem em qualidade suficientes. Este desequilíbrio mostra que a forma como se usa a água hoje em dia necessita ser repensada urgentemente. Para a maioria das concentrações urbanas não existe mais fonte de água nova, ou seja, será necessário que se trabalhe intensamente a transformação da água velha, ou melhor, da água de qualidade deteriorada, para que ela volte a ser nova, ou limpa. A nossa forma de uso de água, que permite com que o excedente seja lançado em rios ou outros corpos d´água superficiais, faz com que parte dela deixe de ficar disponível, indo parar nos mares e oceanos, tornando-se salinizadas. Os grandes reservatórios naturais do planeta, os aquíferos, estão continuamente perdendo água nova, que se torna velha por degradação de sua qualidade original. Precisamos manter os nossos reservatórios naturais reabastecidos com água de qualidade compatível com a que deles é retirada. É a saída sustentável.

Sem pensarmos em água sustentável, onde a água que é usada deve ter sua qualidade recuperada e armazenada novamente em nos aquíferos, não mais teremos água nova. Nem aqui e nem em Marte, onde a água está saturada por sais, ou seja, água velha também lá.

Fonte: 
Por Everton de Oliveira - Blog Era da Água
Por Everton de Oliveira - Blog Era da Água

Conheça alguns dos novos avanços militares da China

Todo o planeta está de olho na China, principalmente no que diz respeito à tecnologia — boa parte dos eletrônicos que utilizamos são produzidos por lá. Além disso, empresas chinesas estão ganhando cada vez mais projeção mundial, como Lenovo, Alibaba, Xiaomi e muitas outras. Elas se destacam pela forma inovadora como encaram o mercado, derrubando a antiga imagem de que produtos chineses eram de baixa qualidade.
Para sustentar o crescimento vertiginoso que o país tem vivenciado nas últimas décadas, os chineses têm investido pesado em equipamentos militares, não só comprando do seu tradicional parceiro de armas, a Rússia, como também desenvolvendo suas próprias tecnologias — chegando até a colocar um astronauta no espaço.
Os investimentos em armas transformaram a China em uma das maiores potências militares do mundo, e estão mudando o balanço de poder na Ásia, que é uma importante região para a economia mundial.
Há algumas décadas, o Exército de Libertação Popular da China (PLA) comprava equipamentos da União Soviética e outros países — os EUA nunca gostaram de vender armamentos para os chineses. Aos poucos, a China passou a fabricar equipamentos estrangeiros sob licença, para posteriormente projetar seus próprios aviões, tanques, submarinos e mísseis. Muitos deles são cópias quase que fiéis de modelos russos e ocidentais, obtidos através de engenharia reversa, mas outros são obras primas.
Como o assunto é, além de interessante, no mínimo curioso, o Business Insider compilou uma lista com os principais equipamentos militares chineses da nova geração, que talvez sejam páreos apenas para o poderio bélico americano.

Chengdu J-20

Chengdu J-20
Você já deve ter ouvido falar em aviões “invisíveis”, tecnologia stealth, F-22 e F-35. Essas aeronaves, obviamente, não são realmente invisíveis, mas os radares não conseguem detectá-los, por causa de uma combinação de várias tecnologias e técnicas de construção — principalmente o formato, as curvas e a saída dos gases de exaustão do motor.
O avião stealth mais famoso é o F-117, aquele preto que parece um morcego, usado pelos EUA na Guerra do Golfo e Iraque e custou uma fortuna. Ele já saiu de linha, e os EUA agora possuem o F-22 e o F-35, que são caças super modernos que custaram fortunas para serem construídos. Além dos EUA, outro país a apresentar um avião com as mesmas características do F-22 foi a Rússia, com seu T-50.
Há alguns anos, várias empresas de defesa dos EUA, envolvidas no projeto do F-35, tiveram seus computadores invadidos por hackers orientais. Eis que, alguns anos depois, surge o J-20, um avião de quinta geração que tem uma semelhança incrível com o F-35, F-22 e também o russo T-50.
Claro que o fato do equipamento ter sido feito, em partes, por meio de cópia “na cara dura”, isso não diminui suas capacidades técnicas, muito menos os engenheiros chineses. Pelo contrário, se alguém já fez e funciona, por que não copiar?
O J-20 ainda não é uma aeronave de produção em série, e seu desenvolvimento ainda está nos primeiros estágios, apesar de já existirem protótipos voando. E ainda, os motores chineses não são capazes de fornecer a potência necessária para uma boa operação, então o caça depende de motores russos — o que não é um problema, dado o crescente aumento dos laços comerciais e militares entre os dois vizinhos.

Shenyang J-31

Shenyang J-31
O J-31 é outro avião de 5ª geração, mas que, diferentemente do J-20, é fruto de desenvolvimento próprio da China, e não de dados roubados dos EUA.
Apesar disso, ele tem uma grande semelhança com o F-35, possuindo quase as mesmas dimensões, só que com uma capacidade de armamento menor.
Como o F-35, ele é projetado para operar também dos novos porta-aviões que a China está construindo, e juntamente com seu “parente” americano, serão as únicas aeronaves do mundo invisíveis ao radar e que operam de porta-aviões, dando uma vantagem tática enorme para os chineses.
Da mesma maneira que o J-20, o J-31 ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento, e sua primeira aparição pública aconteceu no último dia 5 de novembro, durante o Show Aéreo de Zhuhai, trazendo preocupações por parte de especialistas e pilotos ocidentais.

Shenyang J-15 Flying Shark

Shenyang J-15
O J-15 não foi desenvolvido na China e é uma versão modificada do russo Sukhoi Su-33. No entanto, a aeronave utiliza radares, motores e armamento chineses, o que representa um avanço tecnológico incrível.
Esse avião entrou em operação em 2009, e desde então vem realizando testes de voo no novo porta-aviões chinês Liaoning. O alcance de combate do J-15 é de 1200 km, quando decola com todos os seus armamentos e os tanques cheios. No entanto, o porta-aviões chinês ainda não possui uma catapulta para efetuar o lançamento da aeronave. Por isso, o alcance, quando operado no mar, deve ser menor, porque o peso de decolagem tem que ser reduzido.
Mesmo assim, é um avião extremamente poderoso, que dá uma enorme vantagem tática para os chineses.

Chengdu J-10 Firebird

Chengdu J-10
Apesar de uma “leve” semelhança com o F-16 americano, o J-10 é um design 100% chinês, tanto nos motores quanto na aviônica e nos armamentos.
Ele é um caça multi-tarefas, e com 11 pontos fixos, pode carregar uma vasta gama de diferentes armamentos para realizar os mais variados tipos de missão — podemos compará-lo, a grosso modo, aos caças Gripen que o Brasil comprou recentemente.

Bombardeiro Xian H-6

Xian H-6
Bombardeiros já não são mais tão utilizados quanto na Segunda Guerra Mundial, e apenas os EUA, a Rússia e a China possuem grandes quantidades desse tipo de aeronave — na verdade, alguns outros países também têm bombardeiros soviéticos, mas em pequena quantidade.
O H-6, na realidade, é derivado do bombardeiro Tupolev Tu-16 Badger, construído pela então União Soviética. Apesar de grande, lento e vulnerável, ele pode carregar mísseis anti-navios ou mísseis de cruzeiro ar-terra, além de armas nucleares.
E isso dá uma capacidade tática enorme para a China, principalmente contra vizinhos menos poderosos, como Vietnam, Tailândia, Filipinas, etc. Com um alcance de quase 5 mil quilômetros, alguns analistas acreditam que ele pode alcançar o Havaí, nos EUA.
O interessante do H-6 é que ele é baseado no russo Tu-16, construído na década de 50. No entanto, os chineses fizeram diversas modificações e atualizações, principalmente na parte da eletrônica embarcada, novos radares, equipamentos de guerra eletrônica, etc. que deixam o equipamento em condições modernas de vôo.

Mísseis hipersônicos

Míssil hipersonico Wu-14
Mísseis hipersônicos são, como o próprio nome diz, mísseis que voam a velocidades hipersônicas, que corresponde a 5 vezes a velocidade do som ou mais. Essas armas são extremamente poderosas porque são muito difíceis de serem interceptadas. Enquanto um míssil balístico convencional pode ser neutralizado sem muitos problemas pelos sistemas de defesa dos EUA, e também da Rússia, um hipersônico representa uma ameaça grande.
O modelo chinês funciona da seguinte maneira: ele é lançado verticalmente, chegando até a estratosfera, e depois desce até o alvo planando, a uma velocidade de 10 mil km/h, direto no alvo.
No entanto, esse míssil, chamado de Wu-14 pelos americanos, ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento, e o último teste da China, feito no dia 7 de agosto desse ano, não deu muito certo - o teste do modelo americano também deu errado, no dia 25 de agosto.
Além da China e EUA, o único país a ter tal tecnologia é a Rússia.

Submarinos de ataque movidos a energia nuclear

Submarino nuclear Type 93
Um país que deseja ser uma potência militar precisa investir bastante na marinha. Os submarinos são uma das armas mais importantes para a projeção do poder e intimidação dos inimigos.
A China tem investido muito dinheiro para a construção de submarinos movidos a energia nuclear, e já possui 6 unidades - o Brasil está patinando para construir o primeiro. Além dos 6 nucleares, o país possui mais 53 do tipo convencional, com propulsão diesel-elétrica.
O diferencial do submarino nuclear é que ele pode permanecer submerso por semanas, até meses, operando bem longe do território chinês, e próximo de águas inimigas.
Recentemente, os submarinos chineses entraram, pela primeira vez, no Oceano Índico, representando uma importante marco para a Marinha do Exército de Libertação Popular (PLAN).

Submarinos balísticos movidos a energia nuclear

Submarino nuclear Type 95
Esses submarinos são ainda mais perigosos, porque carregam mísseis balísticos intercontinentais - que como o nome diz, podem acertar outro continente.
Estima-se que a China tenha apenas 3 unidades desses submarinos, chamados de “boomers”. Ele seriam capazes de acertar o Havaí ou o Alasca com seus mísseis, e caso se desloquem até o meio do Oceano Pacífico, são capazes de atingir qualquer área dos EUA e América Latina.
A ameaça que eles representam em uma beligerância é enorme. Isso porque, por serem movidos a energia nuclear, podem ficar meses submergidos, dando uma capacidade de ataque aos chineses mesmo que suas instalações de terra sejam destruídas. Ou seja, no caso da China estar perdendo a guerra, os submarinos podem ainda fazer um grande estrago no inimigo.

Porta aviões

Porta aviões chinês Liaoning
Os porta aviões são uma das armas mais importantes do poderio militar de um país. Atualmente, apenas algumas forças armadas possuem tais navios, e apenas os dos EUA, Rússia, Índia e França estão em condições operacionais.
Agora, vamos a uma história que chega a ser engraçada: a União Soviética começou a construir uma classe de porta-aviões chamada Almirante Kuznetsov, para sua própria marinha. Foram planejadas apenas duas unidades, o Almirante Kuznetsov e o Varyag. No entanto, quando houve o colapso do bloco comunista, apenas o primeiro havia sido concluído e estava operacional. O Varyag ainda estava sendo construído no estaleiro, e acabou ficando para a Ucrânia.
Alguns anos depois, um empresário de Hong Kong comprou a sucata do Varyag, com o intuito de construir um cassino e hotel temáticos flutuantes — como já existe na China, com outro porta-aviões soviético aposentado.
No entanto, alguns anos depois, a China aparece com seu primeiro porta-aviões, o Liaoning - e sim, esse foi o navio comprado para ser um cassino.
O Liaoning foi lançado em 2012, e ainda não está operacional, pois está realizando testes no mar. Além disso, a belonave é muito velha e cheia de problemas, e analistas militares acreditam que o navio seja apenas um “teste” para os chineses aprenderem e aprimorarem as técnicas de operação de um porta aviões.
Existem reportes de que a China está planejando construir 3 grupos de batalha - cada grupo possui um porta aviões - e os aprendizados obtidos com o Liaoning serão utilizados na construção de navios modernos e mais confiáveis.

Mísseis anti-satélite

Como o nome diz, esses são mísseis que destroem satélites. Boa parte do poderio bélico americano depende do GPS, e a China sabe disso.
Em janeiro de 2007, o país destruiu um de seus próprios satélites para testar sua nova arma, que foi um sucesso. Depois disso, a China fez várias outras destruições no espaço.
No caso de uma guerra, essa seria uma séria ameaça aos EUA, já que a constelação de satélites que formam o GPS são altamente vulneráveis a essas armas - e não tem como criar um sistema de defesa.
Com a destruição do GPS, boa parte do mundo viraria um caos. O pessoal que usa o app Runtastic não ia mais poder calcular a distância percorrida, nem o Waze conseguiria te levar a diferentes lugares em grande parte dos smartphones hoje disponíveis no mercado. E os chineses possuem seu próprio sistema de posicionamento global, o BeiDou, também chamado de COMPASS, então o GPS é o de menos para eles.

Mísseis balísticos intercontinentais

Missel DF-51
Os ICBMs aterrorizaram o mundo durante a Guerra Fria, já que tanto a União Soviética quanto os EUA possuíam arsenais imensos, e esses mísseis percorrem distâncias enormes - intercontinentais - podendo chegar a qualquer parte do mundo.
A China não quis ficar para trás, e vem investindo muito dinheiro para construir um arsenal de ICBMs com os mais variados alcances.
Em agosto desse ano, o país testou o Dong Feng-5A (DF-5A), que possui um alcance de 13 mil km, e pode acertar os EUA. A China também desenvolveu o Dong Feng-41, que pode alterar o balanço de poder na região, já que é capaz de carregar 10 ogivas nucleares a uma distância de até 12 mil km, apresentando uma séria ameaça aos EUA no caso de um conflito, além de inibir possíveis ações americanas na região.

ICBMs lançados de caminhões

ICBM DF-41
Os mísseis DF-5A e 41 são estacionários, ou seja, são lançados de uma base fixa, provavelmente silos, que são vulneráveis a ataques. Mas a China também tem, em seu arsenal, ICBMs móveis, que podem ser levados a qualquer lugar na carroceria de caminhões.
Esse é o Dong Feng-31A, que tem um alcance também de 12 mil km, podendo atingir os EUA ou Europa facilmente. Além disso, eles podem, futuramente, ser colocados nos submarinos balísticos, os boomers. Com isso, mesmo após um troca troca de bombas atômicas, a China teria a capacidade de retaliar.
Além da China, EUA e Rússia possuem grandes frotas de submarinos com mísseis balísticos intercontinentais.

Ataques cibernéticos

Um dos ativos mais importantes e valiosos das Forças Armadas chinesas é seu exército de hackers, que vivem invadindo sistemas de empresas de defesa ao redor do mundo, roubando segredos militares.
Os hackers chineses já roubaram dados de muitos projetos vitais, como o caça F-35, o avião de reconhecimento naval P-8, o helicóptero Black Hawk, mísseis balísticos, e mais recentemente, a série de navios mais moderna dos EUA, chamada de Littoral Combat Ship, composta por duas classes.
E não só os EUA são alvos dos chineses. Entre 2011 e 2012, eles tentaram roubar informações sobre o Iron Dome, o sistema de defesa anti-misseis de Israel, que protege o país contra a enxurrada de mísseis que palestinos e terroristas lançam por lá.
Além de alvos militares, os chineses também roubam dados de grandes empresas mundiais rotineiramente, causando danos consideráveis na economia.

Cruzador Tipo 055

Cruzador Tipo 055
Ainda em construção, o Tipo 055 dará um considerável aumento na capacidade militar da marinha chinesa quando entrar em operação. O navio funcionará como uma plataforma multi-tarefa, podendo ser usada tanto como força de ataque quanto para defesa da costa.
Ele terá cerca de 128 células de lançamento vertical de mísseis, podendo acomodar esse número de mísseis de cruzeiro, capaz de atingir alvos dentro do território inimigo.

Drone de combate Sharp Sword (espada afiada)

Drone chinês Sharp Sword
Em novembro de 2013, a China completou o primeiro teste de voo do Sharp Sword, um drone de ataque invisível ao radar (stealth). Com esse voo, a China se uniu a um seleto grupo composto por EUA, França e Inglaterra, que são os únicos países com tal capacidade.
Um drone de combate invisível ao radar é uma ameaça seríssima aos países vizinhos, por sua capacidade de atacar sem detecção. No entanto, o modelo chinês ainda está no estágio inicial do seu desenvolvimento.
Só que a China possui, ainda, uma enorme frota de outros drones, desde pequenos aviões táticos, até modelos maiores, que se parecem muito com os americanos Reaper e Predator.
As forças armadas chinesas estão entre as maiores do mundo, quantitativamente. No entanto, até poucos anos, elas ficavam para trás em qualidade, uma realidade que o país tem investido pesadamente para mudar. A maioria dos equipamentos listados aqui ainda está em fase de desenvolvimento e testes, mas mostra a capacidade dos chineses, que estão cada vez mais independentes de ajuda externa, principalmente da Rússia.


China transporta contingente militar e armas para Síria


China PLA Navy - 2

Um contingente militar da República Popular da China, a caminho de Latakia, na Síria, é esperado a qualquer momento para o desembarque em portos da região. Outro navio chinês de transporte, com carga militar, também foi avistado na 3ª-feira pela manhã, cruzando o canal de Suez, segundo o diário árabe Al Masdar News.
Informações sobre especialistas militares chineses a caminho de Tartus foram confirmadas pelo comandante do Exército Sírio. A matéria conclui que Moscou criará, na Síria, uma coalizão antiterror que será versão alternativa da aliança que os EUA formaram para abastecer e armar os terroristas do ISIS.
A entrada da China na luta pela Síria será importante acréscimo à declaração de hoje, do Ministério de Relações Exteriores do Irã. Em conferência de imprensa com RT, o vice-ministro de Relações Exteriores do Irã Hossein Amir Abdollahian declarou que o Irã se integrará à coalizão organizada pela Rússia, para combater contra o ISIS. Significativamente, Amir não falou de uma “aliança”, mas de se criar ampla coalizão militar.
— Consideramos bem-vinda a proposta do presidente russo para o estabelecimento de uma frente comum na luta contra o terrorismo, e estamos prontos para a iniciativa de operações conjuntas e cooperação – disse o vice-ministro iraniano de Relações Exteriores.
Que Rússia e Irã combaterão juntos contra os terroristas, fontes russas já anunciavam há uma semana. E a chegada da China para contribuir como mais uma força no grupo de apoio é mais do que se poderia ter imaginado. A presença da coalizão internacional altera a favor de Moscou o equilíbrio de poder – deixando livres as mãos russas para ação militar direta no Oriente Médio, com apoio do Irã. Na nova situação geopolítica, a Rússia volta a se integrar ao Oriente Médio.
FONTE: Correio do Brasil/Agências Internacionais

China construiu 24 corvetas Type 056 e incorporou 18 em três anos

Mais uma Type 056 - em provas de mar
A China continua num ritmo de construção naval alucinante: a Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) construiu desde 2012, 24 corvetas Type 056 e incorporou 18 navios. O projeto do navio também atrai a atenção de outras Marinhas e foi exportado para Bangladesh.
Os navios deslocam 1.500 toneladas carregados, têm um comprimento de 90m e boca de 11m. Podem atingir uma velocidade máxima de 25 nós e um alcance de 6.482 km (3.500 milhas náuticas) a 16 nós.
São equipados com um lançador de mísseis antiaéreos de oito células FL-3000N de curto alcance, quatro lançadores de mísseis superfície-superfície C-802, um canhão de 76 mm AK-176 como arma principal, e dois canhões de 30mm.
Type 056 3D 2
NOTA DO PODER NAVAL: E o Brasil demorou 14 anos para construir uma corveta, a Barroso.

Fonte: http://www.naval.com.br/blog/2015/01/07/china-construiu-24-corvetas-type-056-e-incorporou-18-em-tres-anos/

Maquete na web pode indicar que China terá navio de assalto anfíbio de 40 mil toneladas


LHD chinês

Imagens da maquete 3D de um porta-helicópteros de assalto anfíbio postadas, na quarta-feira 22 de abril, em páginas da web que tratam de assuntos militares chineses, levaram analistas ocidentais a concluir que a Marinha da China prepara a construção de uma nova classe de navios de projeção de força – de no mínimo seis unidades –, denominada Tipo 081, de valor comparável aos barcos da famosa classe francesa Mistral.
O assunto não é propriamente novo.
Em novembro de 2012, durante uma entrevista na tevê chinesa, o contra-almirante da reserva Yin Zhuo, à época com 67 anos, ex-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da Marinha, revelou que sua força naval estava interessada neste tipo de embarcação, e que ela poderia ter umas 40.000 toneladas de deslocamento.
A maquete que ficou famosa na internet mostra 14 helicópteros distribuídos pela area de estacionamento do convés de voo do navio (a boreste), por seis helipontos e num elevador à ré, sobre a área da doca.
Assalto aéreo – As aeronaves seriam do tipo Changhe Z-18 e de um modelo Kamov não identificado. Mas os observadores do Ocidente lembram que, há cerca de nove anos, ficou notório que o Ministério da Defesa chinês se interessava por “várias dúzias” do Ka-29, uma versão artilhada para missões de assalto aéreo.
Changhe Z-8 AEW (Aérospatiale SA 321 Super Frelon)
Aeronave Changhe Z-8, de alerta aéreo antecipado, que deu origem ao modelo Z-18, de guerra antissubmarino
O Z-18 é um helicóptero de porte médio e interior configurado nas versões de guerra antissubmarino e de transporte de fuzileiros navais. Ele foi construído a partir do Changhe Z-8, de alerta aéreo antecipado, a cópia chinesa do famoso helicóptero Super Frelon francês. Aeronaves Z-18 foram flagradas, ano passado, a bordo do porta-aviões chinês Liaoning.
Já o Kamov-29 (designação Otan: Helix B), de transporte de assalto, foi desenvolvido a partir do conhecido helicóptero antissubmarino Ka-27.
Entre as poucas informações que já vazaram para o Ocidente sobre o projeto do novo LHD (landing helicopter dock) chines, está a de que seus porões transportarão um mix de veículos de assalto anfíbio e hovercrafts capazes de transportar viaturas sobre rodas e sobre esteiras.
A maquete também permite deduzir que a nova embarcação chinesa disporá de silos para o lançamento vertical de mísseis.
Type 071 YUZHAO Jinggang Shan井冈 999 Kunlun Shan昆仑山 998 Amphibious Transport Dock LPD amphibious warfare ships of the People's Republic of China's People's Liberation Army Navy chinese (2)
LPD Tipo 071 chinês

O novo LHD da Marinha do Exército de Libertação Popular da China poderá complementar uma força de seis LPD (landing platform docks) Tipo 071 que está em formação. Quatro dessas embarcações já foram lançadas.

Fonte: http://www.naval.com.br/blog/2015/04/26/maquete-na-web-pode-indicar-que-china-tera-navio-de-assalto-anfibio-de-40-mil-toneladas/

O horário de verão 2015/2016 começa à 0h do dia 18/10/2015

A partir do dia 18 de outubro, exatamente às 0h de sábado para domingo, começa o horário de verão 2015/2016. Os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste deverão adiantar seus relógios em uma hora a partir da data. Nos estados do Norte e Nordeste o horário permanece inalterado. O horário de verão terminará às 0h do dia 21 de fevereiro de 2016.

O principal objetivo da mudança é a economia de energia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com uma hora a mais de luz natural no período, a expectativa é de que a demanda no horário de pico diminua 2.595 MW - uma redução que varia de 4,5% a 5% das cargas totais dos subsistemas. A economia prevista é de e aproximadamente R$ 278 milhões, em função da diminuição de geração térmica.

Como surgiu o horário de verão?

No Brasil, o primeiro horário de verão foi realizado entre 1931 e 1932, pelo presidente Getúlio Vargas, com duração de 5 meses. A prática vem sendo adotada sem interrupções desde 1985, com algumas diferenças nos estados que aderem à mudança e os períodos de duração.
Em 2008, o decreto 6.558 definiu as datas para a mudança de horário e fixou a duração da medida em quatro meses. Assim, ficou estabelecido que o horário de verão começa no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. A única exceção ocorre quando o terceiro domingo de fevereiro coincidir com o domingo de Carnaval. Nesse caso, o horário de verão termina no quarto domingo de fevereiro.
A ideia de adiantar a hora oficial em períodos de verão foi lançada em 1784 por Benjamim Franklin, político e inventor americano. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, para economizar os gastos com carvão.

Confira em quais estados o horário de verão passa a valer a partir de 18/10/2015:

Com a mudança de horário, os fusos do Brasil se organizam da seguinte forma em relação ao horário da capital do país:
0h: as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste (com exceção do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) adotam a mesma hora de Brasília durante o horário de verão;
1h: os estados do Nordeste, Pará, Amapá e Tocantins ficam com uma hora a menos em relação ao horário de Brasília. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também adotam o horário de verão, mas a diferença de uma hora para Brasília se mantém;
2h: Parte do Amazonas e os estados de Roraima e Rondônia ficam duas horas atrás do horário de Brasília.
3h: O Acre e parte do Amazonas ficam com três horas atrás do horário de Brasília.

Zombie - A Origem



A dependência química é incurável, progressiva e fatal – MAS TEM RECUPERAÇÃO, desde que a pessoa busque ajuda e tratamento logo.

... crianças apenas crianças...


O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.


O bicho, meu Deus, era um homem.

Como saber quando é correto usar onde e aonde?


Você está conversando com seu amigo e ele diz:
- Eu estava lendo um livro muito bom onde…
Nesse momento, passa um caminhão, daqueles bem barulhentos, e você não ouve o resto da frase.
Qual seria o complemento da história?
Se adequado gramaticalmente, o complemento deveria trazer a informação do LOCAL onde o seu amigo estava quando lia, não o assunto de que tratava o livro.
- Eu estava lendo um livro muito bom onde te encontrei na semana passada, naquela praça lá perto de casa. Se quiser, eu posso te emprestar esse livro para tua pesquisa.

Por quê?

Onde significa “que lugar”, “em que lugar”, “qual lugar”.
Indica o local em que ocorre algo ou em que se encontra algo. Vem normalmente acompanhado de verbos que indicam permanência.
- Onde você está/estava/esteve?
- Afinal, onde você mora?
Aonde significa “a que lugar”, “para onde”.
É a preposição “a” somada a “onde”. Dá a ideia de deslocamento. Vem com verbos indicativos de movimento como “ir”, “chegar”, “retornar” e “voltar”, por exemplo.
- Aonde você vai/foi/quer chegar/quer ir?
- Há dois anos que se formou em Porto Alegre, aonde deverá retornar no próximo semestre.
CUIDADO!
Como a palavra “onde” dá a ideia de lugar, frequentemente ela é usada erroneamente substituindo “em que”, “no qual” ou de “na qual”. Poderia acontecer no primeiro exemplo (lá no começo da conversa, sobre o livro do seu amigo, se ele completasse a frase com “onde o cara foi preso, mas era inocente”. Aliás, um espertinho poderia perguntar: “O cara foi preso no livro?”).
Para fixar bem isso, seguem mais exemplos:
- Aquele filme onde o cara vira zumbi…
- Fiz a pesquisa segundo a Lei nº 8666, onde é explicada a licitação.
O adequado gramaticalmente seria:
- Aquele filme em que o cara vira zumbi…
- Fiz a pesquisa segundo a Lei nº 8666, na qual é explicada a licitação.
Se nos referimos a uma situação, a um filme, a uma decisão judicial, a um dia, é inadequado empregar “onde” ou “aonde”, uma vez que esses substantivos não são lugares.
Na linguagem coloquial, é comum verificarmos o uso das duas formas de maneira indiscriminada, porém na norma culta há de se ter a devida atenção.
Para evitar confusão quando você precisar usar a linguagem padrão culta, que tal procurar usar sempre direitinho? Não é complicado, né?

FONTES:
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/como-saber-quando-correto-usar-onde-aonde-496241.shtml
http://revisaoparaque.com/blog/coesao/onde-aonde-e-em-que-quando-usar-cada-um